domingo, 2 de setembro de 2012

Vagueiam mudos na calçada ardente
De alma despida,
Trazem gomos de chuva entre os dedos
E nos seus ventres correm rios de travo amargo.
Vencido o vento, vencido o sonho
Apenas braços ficam
Para lembrar o tempo em que as aves beijavam o outono.
Os seus rostos são incógnitas de um futuro ausente,
 Pálidos, rígidos, frios como a própria vida.
A sua marcha descreve um compasso insustentável,
Métrico e Louco.
No peito, framboesas.
E nos teus olhos, deixo parte de mim.

terça-feira, 28 de agosto de 2012


Fechas os olhos quando o sol reina,
Deixas-te envolver pelas letras e pelos números
Que subtilmente te iluminam o sorriso,
trazes destinos cravados  na pele.
Tens olhos meigos
Como as pétalas que trazes nas tuas mãos.
Embala-me na tua fantasia e leva-me por entre esses vales,
Onde tantas vezes adormeceste.


2011
                                                          

                                                                                                   

O Sol sorriu só para ti 
A lua adormeceu no teu ventre 
Irradias mel pelos teus olhos 
Tens heras nos braços brancos 
És luz 
Voam rios nas tuas veias, 
Andas descalça pelas ondas do mar 
Quão bela és! 
Talvez partilhes a tua felicidade comigo 
Minha inocente mãe. 


 2011

M de música (:


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